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	<title>contos-eroticos.net</title>
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	<description>Contos Eróticos</description>
	<lastBuildDate>Fri, 18 Nov 2011 17:04:48 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Importante é gozar e ser feliz (Ninguém é de ninguém)</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Nov 2011 17:04:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>aventura.ctba</dc:creator>
				<category><![CDATA[Heterosexuais]]></category>
		<category><![CDATA[Cunhada]]></category>
		<category><![CDATA[Gozar]]></category>
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		<description><![CDATA[Olá caros leitores, meu nome é Carlos, 42 anos, 1.70m, moreno claro, cabelos e olhos castanhos, apesar da minha idade e uma barriguinha de cerveja ainda faço sucesso com as mulheres. Não sou do tipo super dotado como a maioria [&#8230;]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Olá caros leitores, meu nome é Carlos, 42 anos, 1.70m, moreno claro, cabelos e olhos castanhos, apesar da minha idade e uma barriguinha de cerveja ainda faço sucesso com as mulheres. Não sou do tipo super dotado como a maioria dos personagens de contos eróticos, mas me orgulho muito do meu companheiro, por nunca ter me deixado na mão.</p>
<p style="text-align: justify;">De uns tempos pra cá, venho tendo uma leve desconfiança, que minha esposa está me traindo com meu concunhado, o Silas. Até agora não dei muita relevância ao fato, por não ter notado nada que merecese uma investigação mais apurada, e talvez essa minha cisma, seja porque há tempo venho traçando minha cunhadinha, a Sandrinha, irmã mais nova da minha esposa e atual mulher do Silas.</p>
<p style="text-align: justify;">Minha esposa se chama Clara, hoje com 30 anos, loira, 1.65m, olhos azuis da cor do céu, cintura fina, quadris largos, apesar da idade e de duas gestações, mantém um corpo perfeito que sempre chama a atenção dos homens por onde passa. Perdi as contas de quantas vezes esperava minha esposa sair pro trabalho, pra levar Sandrinha na nossa cama, e meter meu pau na sua bucetinha novinha, lisinha, cheirosinha e apertadinha.</p>
<p style="text-align: justify;">Minha cunhadinha viciou no meu pau, transávamos no mínimo duas vezes por semana enquanto trabalhou em casa. Quando minha esposa começou a trabalhar, Sandrinha veio morar em casa para cuidar do nosso filho que era novo e não queríamos deixá-lo na creche, por isso resolvemos pagar um salário pra ela cuidar durante a semana, e nos sábados e domingos voltava pra casa dos meus sogros.</p>
<p style="text-align: justify;">Sempre tive um tesão danado pela minha cunhadinha. 18 aninhos, moreninha, 1.62m, peitudinha, com os biquinhos dos seios tão durinhos que pareciam furar as camisetinhas que usava. Uma cinturinha fininha, com uma bundinha durinha, empinada, e um sorrisinho sapeca cada vez que falava uma sacanagem pra ela. Sempre tive vontade de chegar junto, mas me continha por receio dela contar pra minha esposa e um escândalo na família seria inevitável, por isso fiquei na minha, só estudando e preparando o terreno até que surgisse uma oportunidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando minha cunhadinha vestia umas camisetinhas bem ousadas mostrando boa parte dos seus peitinhos, uns shortinhos apertadinho deixando aparecer à polpa da sua bundinha e resaltando o relevo da sua bucetinha, não tinha como esconder o tesão que sentia por ela, e nem tentava disfarçava o volume que formava na minha bermuda.  Cansei de pegar minha cunhadinha disfarçadamente de canto de olho observando meu pau duro sob a bermuda. Quantas vezes esperava minha cunhadinha sair do banho, para logo em seguida entrar no banheiro e tocar uma punheta cheirando suas calcinhas ainda quentinha, e depois gozava enchendo de porra a parte que cobria sua bucetinha, depois ela me contou que sabia das minhas punhetas deixando toda esporrada suas calcinhas, pois era ela que lavava nossas roupas.</p>
<p style="text-align: justify;">A oportunidade tão desejada chegou num dia que fomos ao casamento de um parente distante, e minha cunhada ficou o final de semana para cuidar da casa.  Quando voltamos, minha esposa descobriu nos lençóis que Sandrinha se esqueceu de lavar, vestígios de uma trepada em nossa cama, e devido as evidências, ela não teve como negar que seu namoradinho da época veio dormir com ela. Fiquei com pena de ver minha cunhadinha chorando, pedindo desculpas, pedindo pelo amor de Deus para não contar pro meus sogros, pois eram muitos rígidos e não saberia o que podia acontecer quando soubessem.</p>
<p style="text-align: justify;">Clara ficou uma fera, pensando seriamente em contar para seus pais, daí resolvi tomar as dores da cunhadinha e convenci minha esposa de esquecer tudo, dando mais um voto de confiança a sua irmã, apazigüei a situação botando um basta em tudo. Depois Sandrinha confidenciou a minha esposa, que naquela noite tinha sido sua primeira vez, fiquei louco de inveja do pirralho que tirou o cabacinho dela, mas logo depois terminaram o namoro. Claro que fiquei com o maior moral com minha cunhadinha, com o tempo fui ganhando sua confiança e nossas brincadeiras quando estávamos a sós em casa foram ficando cada vez mais ousadas, até chegar ao ponto de passar a mão na sua bundinha cada vez que passava por mim, dizendo que ela estava um tezãozinho, quando ela estava lavando louça na pia, ia tomar um copo d’água só pra dar uma encochada na sua bundinha e esfregava meu pau duro no seu reguinho.</p>
<p style="text-align: justify;">No início ela era meio arisca, mas devido à insistência, ela foi cedendo e dava umas reboladinhas no meu pau, mas não passava disso. Certo dia ela estava lavando roupa usando uma minissaia curtinha, eu vendo aquela bundinha rebolando na minha frente, meu pau já deu sinal de vida. Cheguei nela por trás e encochei com gosto aquela delícia de bundinha, ela me disse:</p>
<p>- Pare seu tarado!<br />
- Iimagina se minha irmã descobre suas safadezas?<br />
– Ela acaba com você e comigo!<br />
- Ela vai ficar sabendo se você contar, disse.<br />
- Pensa que não sei o que você faz no banheiro com minhas calcinhas logo depois que saio do banho?<br />
- Minha irmã não esta dando conta dele?<br />
Falou pegando no meu pênis por cima da bermuda.</p>
<p style="text-align: justify;">A partir desse momento não teve mais volta, foi à deixa que faltava para comer aquela gostosinha.  Continuei com meu pau encaixado na sua bundinha ainda por cima da roupa, meti minhas mãos por dentro da camiseta, e pela primeira vez senti seus peitinhos em minhas mãos enquanto chupava seu pescocinho e esfregava meu pau na sua bundinha. Ela gemia de tesão enquanto sarrava seu corpinho. Virei-a de frente para mim, retirei sua camisetinha e me deliciei chupando aqueles peitinhos que era uma verdadeira loucura.  Minhas mãos foram percorrendo sua barriguinha até chegar à sua bucetinha que de tão molhadinha tinha encharcado sua calcinha.</p>
<p style="text-align: justify;">Ela com os olhinhos fechados gemia baixinho curtindo todo o prazer que estava lhe proporcionando.  Meu tesão aumentava, cada vez que seu corpinho tremia anunciando que tinha gozado. Delirei quando ela encostou-me na máquina de lavar, se ajoelhou na minha frente, libertou meu cacete de dentro da bermuda. Percebi sua carinha de espanto quando meu pau saltou na sua frente majestoso e imponente mostrando toda sua virilidade, louco para entrar na sua bucetinha semivirgem, rescém descabaçada, que iria acolhê-lo centímetro a centímetro fazendo sentir totalmente preenchido dos lábios da sua bucetinha até seu útero.  Fui às nuvens quando senti sua boquinha deliciosa sugando minha rola, sem experiência no início, mas logo pegou jeito e mamava como uma desesperada. Parecia uma criança descobrindo seu novo brinquedo.</p>
<p style="text-align: justify;">Para não gozar na sua boquinha, sentei-a na máquina de lavar, abri suas perninhas, puxei de lado sua calcinha e pude pela primeira vez sentir em minha boca o gosto da sua bucetinha. Minha língua explorava toda sua extenção, ela gemia de tesão cada vez que brincava com seu grelinho, abria seus grandes lábios e sugava todo seu néctar levando-a, a verdadeiro devaneios. Não agüentando mais, tirei sua calcinha, entrei no meio das suas pernas, ela tremeu quando sentiu a cabeça do meu pau encostar-se à entrada da sua grutinha. Encachei meu pau e fui forçando devagar até que passou a cabeça, não encontrei muita resistêcia devido o estado de ecxitação que se encontrava naquele momento.</p>
<p style="text-align: justify;">Fui penetrando devagar fazendo Sandrinha sentir toda a extenção do meu caralho invadindo seu território de prazer ainda pouco explorado. Quando tinha entrado pouco mais da metade, Sandrinha me pediu pra ir devagar, pois estava sentindo um pouco de dor. Parei um pouco para ela se acostumar com o novo invasor, e quando senti que estava mais relaxada, com uma forte estocada a penetrei completamente arrancando um gemido rouco da sua garganta. Comecei num vai e vem devagar e aos poucos fui aumentando o ritmo, minha cunhadinha chorava de tesão dizendo:</p>
<p>- Aaaaiiii você vai me matar!!!!<br />
– Que delícia de pau, me fode cunhadinho gostoso&#8230;<br />
- Eu vou gozaaarrrr&#8230;.Uuuuiiii, e mais uma vez seu corpinho estremeceu anunciando outro orgasmo.</p>
<p style="text-align: justify;">Coloquei minha cunhadinha encostada na máquina de costa pra mim, levantei sua bundinha e atolei tudo de uma vez na sua bucetinha. Ela gemeu quando sentiu minha pica forçando seu útero, fodia como um louco sua bucetinha por trás, não demorou muito e minha cunhadinha gozou novamente na minha rola, e não agüentando mais segurar, gozei inundando sua bucetinha de porra que escorria por suas pernas. Fiquei um pouco com meu pau dentro dela curtindo aquele momento, quando retirei, percebi que junto com minha porra vinha um pouco de sangue daquela bucetinha rescém descabaçada, ela disse que só tinha transado com seu namoradinho duas vezes, e que não sentiu nem uma parte do que tinha proporcionado a ela, disse que sua irmã teve sorte de encontrar um homem tão gostoso como eu, claro que fiquei lisonjeado.</p>
<p style="text-align: justify;">Depois da nossa primeira vez, sempre rolava uma transa entre nós, fui a loucura quando descabacei seu cuzinho, minha cunhadinha chorou de verdade até seu cuzinho acostumar com o calibre do meu pau, contarei com detalhes em outra ocasião.  Minha cunhada cuidou do meu filho por dois anos, depois arranjou um novo emprego, conheceu Silas, namoraram, noivaram e se casaram.  Após seu casamento continuamos transando esporadicamente, pois ficavam cada vez mais difícil nossos encontros, e depois que seu filho nasceu, ficou quase impossível nossas aventuras.</p>
<p style="text-align: justify;">Silas meu concunhado, era um cara bacana, alto, loiro, bonitão, desinibido e tinha fama de pegador. Ele era dono de restaurante, e nos finais de semana, sempre aparecíamos para almoçar, jantar, ou simplesmente para tomar umas geladas e ouvir músicas ao vivo.  Em certa ocasião estávamos eu, minha esposa, minha cunhada e o Silas conversando e bebericando numa mesa, quando minha sobrinha começou a chorar e minha cunhada saiu para brincar com ela no pátio, eu fui ao banheiro, e na volta percebi algo de estranho entre Silas e minha esposa.</p>
<p style="text-align: justify;">Em um canto afastado, percebi que disfarçadamente, Silas dedilhava a bucetinha da minha mulher por debaixo da mesa, pois seu rosto a denunciava, e minha esposa disfarçadamente alisava o cacete do Silas por cima das calças. Tive certeza, quando Silas se levantou e saiu assim que me viu voltando para mesa. Ao passar por mim pude perceber que estava com pau duro tentando disfarçar, e também notei minha esposa disfarçadamente arrumando sua saia. Fiz-me de inocente dando corda para ver até que ponto ia chegar, disse pra minha esposa que iria até o carro pegar um cigarro.</p>
<p style="text-align: justify;">Ela se levantou e disse que ia ao toillete, da porta vi que ela em vez de entrar no banheiro feminino, entrou por uma porta que levava ao depósito de bebidas.  Olhei pra minha cunhadinha, ela brincava com minha sobrinha no parquinho. Esperei um minuto, e fui ver o que minha esposa foi fazer no depósito já desconfiado no que ia rolar. Fui com cuidado pra não perceber minha presença, ouvi barulho num canto escuro me aproximei e vi minha esposa agachada na frente do Silas fazendo uma chupeta em seu pau. Percebi que o Silas também tinha um senhor cacete. Ouvi Silas dizer que tinha que ser rápido para ninguém notar a falta deles. Minha esposa se levantou, Silas ficou por trás dela, levantou sua saia, puxou de lado sua calcinha, Clara se abaixou firmando o corpo em uns engradados de cerveja e Silas atolou de uma vez seu pau na bucetinha dela.</p>
<p style="text-align: justify;">Minha esposa gemia baixinho enquanto Silas desfrutava da sua bucetinha ardente. Clara olhou pro Silas e disse pra não gozar dentro dela, pois sua porra ficaria escorrendo por suas pernas e ela estava desprevenida, Silas aumentou o ritmo do vai e vem dizendo que estava quase gozando, percebi que minha esposa já tinha gozado, pois seus gritinhos já tinham denunciado, e eu a conheço muito bem. Silas disse: &#8211; Vou gozar!!!!!!<br />
Minha esposa ajoelhou na sua frente, abriu a boca e Silas com jatos fortes encheu sua boca de porra que Clara engoliu tudo, deixando limpinho o Pau do Silas.  Eu claro, me acabei numa punheta enquanto registrava a trepada deles na câmara do meu celular. Saí de fininho enquando minha esposa e Silas, tentava se livrar de quaisquer vestígios daquela foda.</p>
<p style="text-align: justify;">Fui ao pátio do restaurante e minha cunhada sentada num banco, cuidava da minha sobrinha brincando na areia. Peguei meu celular e mostrei para Sandrinha o que tinha filmado.</p>
<p>- Filhos das putas, eu já tinha notado alguma coisa, mas não tinha certeza disse-me.<br />
- Minha irmã quer se passar por santa, mas não passa de uma putinha.<br />
- Não me arrependo nem um fio de cabelo pelo que aconteceu entre nós, e tem mais, passa em casa segunda feira porque depois de deixar Stefany na creche, vou ficar o dia todo em casa, e como segunda o restaurante não abre, o Silas vai a uma convenção em São Paulo e volta só na terça a tarde.</p>
<p style="text-align: justify;">Nem precisa dizer que passamos o dia todo transando de todas as maneiras, matei a saudade da bucetinha e também do cuzinho da cunhadinha que tinha deflorado a tempo. Decidimos manter em segredo nosso caso, e também não fiquei com ciúmes da minha esposa com o Silas, pois nosso casamento estava meio abalado, e essa reviravolta fez solidificar nosso relacionamento.  Sandrinha também deixou rolar dizendo que agora não se sentia culpada por trair seu marido e sua irmã.<br />
Se gostarem faça um comentário, e se puder de seu voto.</p>
<p>Abraços a todos e até mais.<br />
Meu e-mail: <a href="mailto:aventura.ctba@ig.com.br">aventura.ctba@ig.com.br</a></p>
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		<title>Meu Tio comeu meu cuzinho.</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Sep 2011 20:49:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>VeraBi</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Tem coisas que acontecem na vida e que ficam trancadas por muito tempo, sempre tive vontade de contar esta história e nunca tive coragem. Hoje estou casada e conciênte de minha sensualidade. E agora vou contar neste blog de contos [&#8230;]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Tem coisas que acontecem na vida e que ficam trancadas por muito tempo, sempre tive vontade de contar esta história e nunca tive coragem. Hoje estou casada e conciênte de minha sensualidade. E agora vou contar neste blog de contos eróticos para todos os que gostam de uma bela história de sexo.</p>
<p style="text-align: justify;">Comecei a descobrir minha sexualidade cedo&#8230; senti o corpo ficando arredondado. Os peitinhos faziam volume sob a camiseta. Sempre fui bonita, atraia não só os olhares dos garotos, como também dos mais velhos. Meus cabelos eram muito loiros e lisos, tenho longas pernas, o smeus seios estavam maiores e uma penugem loira crescia entre as minhas pernas, descobri a masturbação nas noites solitárias na minha cama.</p>
<p style="text-align: justify;">Algum tempo depois o meu corpo fervia por dentro, tinha muita vontade de ser tocada, ser possuída. Era muito tímida e ainda virgem. Nessa época passava muito tempo com a minha tia (irmã mais nova de minha mãe) Ana e o seu marido Zé Carlos. Eu os adorava. Não tinham filhos e deixavam um quarto sempre reservado para mim. Uma noite em que minha tia estava de serviço, estava eu deitada no quarto só de cuequinha acariciando-me de olhos fechados. Enquando passava uma mão lentamente pelos meus seios a outra acariciava minhas coxas e minha virilha, sentindo a minha ratinha a molhar as cuequinhas de algodão branco, estava tão quentinho, tão gostoso que não me lembrei que a porta estava entreaberta.</p>
<p style="text-align: justify;">De repente ouvi: Mas o que estás a fazer? Era o meu tio a olhar para mim. Vi que primeiro olhou com espanto, e num segundo momento não tirava os olhos dos meus peitinhos duros e rosados. Com o susto fiquei paralizada, não sabia onde enfiar a cara. Cai de joelho e implorei para que ele não contasse nada para minha mãe ou minha tia. Meu tio aproximou minha cabeça de seu corpo encostando meu rosto na sua barriga sem camisa e acariciou meus cabelos. Comentou que o que eu estava fazendo era muito natural. Pediu desculpas por interromper em um momento tão íntimo. Disse-me para ficar tranquila e voltar para a cama. Foi o que eu fiz, deitei e ele saiu do quarto fechando a porta. Não consegui dormir logo. Estava confusa.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando estava ali ajoelhada, meu rosto estava à altura do sexo do meu tio e senti que estava muito duro. Será que ele sentiu desejo por mim? Dormi imaginado como seria fazer amor com ele, se conseguiria sentir algum desejo por ele. No meio da noite acordei com alguém sobre o meu corpo, estava com a camiseta levantada acima dos meus seios e a cuequinha puxada até os tornozelos. Era o meu tio que estava sobre mim totalmente nú.</p>
<p style="text-align: justify;">Lambia os meus biquinhos, fazia movimentos circulares com a lingua. Apavorada fechei os olhos e fingi que dormia. Sempre me lambendo foi descendo lentamente, abriu minhas pernas e enfiou a cara lá embaixo. Eu nunca tinha feito sexo, no máximo tinha ficado com alguns garotos e deixava eles me acariciarem. Depois do espanto, comecei sentir uma sensação boa que ia se espalhando por todo o corpo.</p>
<p style="text-align: justify;">Era a primeira vez que estava com um homem de verdade, senti-me mulher. Minha respiração ficou ofegante e não me contive quando senti sua língua na raxa e chupando o meu grelinho, soltei um gemido arqueando os quadris, buscando maior contato de sua língua com minha coninha. Foi a vez dele ficar assustado quando percebeu que eu tinha acordado. Pedi para que não parasse, estava gostando do carinho e queria mais. Como Pedro ainda estava parado resolvi retribuir, pra mostrar que falava sério. Empurrei seu corpo para que ficasse deitado de barriga para cima e me ajoelhei ao seu lado. Passei a língua nos biquinhos dele.</p>
<p style="text-align: justify;">Não me demorei muito ali, eu queria provar outra coisa. Desci lambendo em direção ao pênis do meu tio. Estava meio mole, por causa do susto, eu acho, e muito molhado na cabecinha. Experimentei tocar o membro com pontinha da língua. Achei nojento o primeiro contato com a gosminha transparente. O pau começou a crescer. Lambia como se fosse um sorvete era todo instintivo nunca tinha pegado um pau, agora estava com um imenso na boca. Enfiava todo na minha boca. Passava pela minha bochecha. Engolia até onde aguentava. Fazia movimentos pra cima e pra baixo, ajudando com a mão. Logo estava duro, muito duro. Em instantes começou a pulsar, senti o primeiro jato, por reflexo engoli. Mantive o pênis na minha boca, mas o restante do esperma eu deixei escorrer para fora da minha boca misturado com minha saliva. Senti repulsa por aquele leite grosso e com cheiro estranho.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando terminou, vi meu tio com o rosto transfigurado. Parecia se esforçar para não gemer. Detestei o cheiro e aquela coisa grudenta que ficou na minha boca. Era o primeiro homem que eu fazia gozar, acho que nunca tinha dado tanto prazer a alguém. Estava muito feliz. Descansamos um pouco. Deitei minha cabeça sobre o seu peito. Carlos acariciava meus cabelos, era quase como o tio e sobrinha de sempre. Perguntou-me se ainda era virgem. Respondi que sim, mas que queria resolver isso hoje mesmo.</p>
<p style="text-align: justify;">Não aguentava mais de vontade de dar. Ele então disse que minha defloração seria um momento especial e que merecia um lugar especial, seria meu presente de aniversário. Fiquei decepcionada. Porém, perguntou se eu não aceitaria transar por trás, se eu deixaria ele penetrar meu bumbum. Balancei a cabeça num gesto de aceitação. Do jeito que eu estava, com tanto tesão, aceitava ser penetrada em qualquer lugar.</p>
<p style="text-align: justify;">Ele se levantou colocou o roupão e pediu pra eu aguardar um pouco. Voltou logo com um tudo de creme. Colocou o tubo sobre a cama. De pé, ao lado da cama pediu que chupasse de novo. Agora estava mole, cabia todo na minha boca. Fui lambendo tudo até ficar limpinho. Fazia carinho na cabecinha e nos colhões com a lingua. Ficou teso de novo e bem duro com a cabeça vermelha. Apoiei-me na cama ficando de quatro como ele pediu. Senti o creme gelado entrando no meu rego. Conforme ia relaxando sentia seu dedo entrando. No começo era gostoso, mas quando ele enfiou, que dor, foi logo com os dois dedos. Gemia baixinho e meu tio dizia que era assim mesmo, a dor ia se transformar em prazer, era só relaxar.</p>
<p style="text-align: justify;">Perguntou-me se ia ser uma boa menina e deixar ele continuar. Balancei a cabeça concordando. Ele pôs o pau na entrada do meu buraquinho e tentou enfiar. Com a dor fiquei tensa. Meu tio começou a acariciar minha xaninha e a beijar e lamber o meu pescoço. Suspirei e ele aproveitou e pressionou a cabecinha na entrada do cu e deu uma forte estocada, comecei a chorar e pedi pra parar.</p>
<p style="text-align: justify;">Senti a minha boca ser tapada e ouvi ele dizer: Agora putinha vais ter que agüentar tudo, vou comer esse cuzinho já que estamos sozinhos podes chorar que agora vai até ao fim. Devagarinho foi entrando, com as duas mãos segurou-me pelos quadris, inclinei o corpo e dobrei um pouco os joelhos. Ele continuou forçando. Relaxei de novo e ele deu mais uma estocada forte, entrou com tudo, até vi estrelas. Suavamos muito, suspirávamos muito e eu serrava os dentes para não gritar, meu corpo balançava todo com os movimentos do meu tio, estava a ficar tonta, pedi para nos deitarmos no tapete.</p>
<p style="text-align: justify;">Meu tio era grande, estava agora com todo o seu peso sobre mim, sentia-me esmagada e rasgada, mas tava a ficar tão bom que não me preocupava, de repente veio subindo um calor, senti todos os meus músculos pulsando lá em baixo. Gemia, um gemido abafado pela mão do meu tio, até que apaguei. Quando acordei já era de manhã.</p>
<p style="text-align: justify;">Por um instante pensei que tivesse sido um sonho. Mexi-me e senti a dor no meu cuzinho. Pus a mão e vi que ainda estava todo melado. Depois do desmaio, meu tio continuou a comer-me e a gozar. Colocou a minha roupa e deitou-me na cama. Cedinho acordou-me antes da minha tia chegar, deu-me um beijo na boca e disse-me que tiraria a minha virgindade no meu aniversário de 15 anos, que sera já dali a duas semanas. Até la ficariamos só pelos beijos, chupando e ser chupada e dando o meu cuzinho apertadinho.</p>
<p>Depois conto como perdi a virgindade na véspera do meu aniversário de 15 anos.</p>
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		<title>Pois até era um dia absolutamente normal!</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Jul 2011 11:20:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alice Maravilhas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Orgias]]></category>
		<category><![CDATA[Aventuras sexuais]]></category>
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		<category><![CDATA[Erótico]]></category>
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		<description><![CDATA[Porém para a noite estava combinado um jantar para comemorar os 25 anos de casamento, sozinhos os dois num restaurante, luz das velas, música ambiente, um programa pensado até ao pormenor, mas como se diz, o homem põe e Deus [&#8230;]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify">Porém para a noite estava combinado um jantar para comemorar os 25 anos de casamento, sozinhos os dois num restaurante, luz das velas, música ambiente, um programa pensado até ao pormenor, mas como se diz, o homem põe e Deus dispõe! Para essa noite a minha menina tinha-se aprumado, calça preta justinha ao rabo, top brilhante sem soutien que com aquele friozinho que se fazia sentir, despertava os bicos das mamas que levemente espetavam-se na licra do Top. Quando chegamos ao parque de estacionamento perto do restaurante, não resisti a beijá-la apaixonadamente e a meter a mão por dentro do top e sentir as mamas com aqueles biquinhos duros.</p>
<p style="text-align: justify">Ela sem hesitação apalpou-me a piça, que ao sentir tão macia massagem começou logo a crescer. Meti a outra mão por entre as calças e introduzi o dedo na cona, ficando logo besuntado de langonha. Aquele cheiro acompanhou o dedo toda a noite e nunca me cansei de o cheirar. Como já estávamos a ficar muito tesos, resolvemos ir o mais depressa possível para o restaurante porque senão&#8230; O local era giro, sem muita gente, e tinha um casal de velhos ao fundo que contava com uma mesa cheia de miúdos, possivelmente netos. Sentamo-nos e ficamos á espera do empregado que logo apareceu colocando uma jarra de sangria na mesa com os cumprimentos da casa. Pedimos a comida e ali ficamos a provocarmo-nos, roçava o pé na perna dela, chupando a fruta como se de um grelo tratasse, eu sei lá&#8230;</p>
<p style="text-align: justify">Um pouco antes da comida nos ser servida, entrou um casal bem mais novo que nós, com cerca de 20 anos cada um deles, que se sentou ao fundo virados para nós. Ela morena, de casaco e ganga, com uma mini-saia que deixava ver um par de pernas próprias de que tem 20 anos. Quando ela se sentou e tirou o casaco, o top que levava, lutava sofregamente com as mamas que teimavam em querer rebentar o tecido. Pensei comigo, que foda dava ali no meio daquelas mamas, e logo a minha piça deu sinal. De onde estava via perfeitamente as pernas quase todas á mostra pois a mini-saia teimava em subir quando ela cruzou as pernas. Não conseguia desviar o olhar, e como que por magia, aquelas coisas da transmissão do pensamento, fizeram-na olhar na nossa direcção e eu atrapalhado, não tive tempo de disfarçar, mas ainda consegui ver aquele sorrisinho inundar-lhe a cara como que a dizer” apanhei-te cota”.</p>
<p style="text-align: justify">Começamos a comer e era difícil tirar os olhos daquele par de pernas e daquelas mamas, que a cada riso dela abanavam duma forma tão sexy que nem imaginam. A minha mulher notou de imediato, e logo ali me passou um raspanete, uma miúda, um velho como tu etc, etc. No entanto não deixou de por baixo da mesa passar a mão na minha piça e ver como ela estava a ficar dura. Então com grande descontracção meteu o dedo dela na cona e disse-me: &#8211; Cheira bem porque se continuas assim a olhar para gaja nem o cheiro vais sentir. Bem o cheiro da cona da minha mulher põe-me louco e aquilo só serviu para me aumentar a tesão. A meio da refeição fui a casa de banho. A entrada era mista com dois lavatórios ao meio encimados por um espelho enorme. Quando sai da casa de banho e estava a lavar as mãos a miúda passa por mim e entra na outra casa de banho não sem antes me olhar bem nos olhos e esboçar um sorriso. Qual o meu espanto quando vejo que ela não fecha a porta e torna a olhar de forma marota e atrevida. Pela porta entreaberta vi-a subir a mini-saia, tirar as calcinhas vermelhas sempre a olhar-me de frente.</p>
<p style="text-align: justify">O decote do top ao baixar-se quase mostrou aquele par de tetas tão durinhas na sua plenitude. Ela tinha uma pequena pintelheira em forma de triângulo que não chegava bem onde começavam as bordas da cona, ficava mesmo ali onde o grelo se escondia, esperando que o fossem despertar para depois desabrochar como uma flor na primavera. Depois de fazer xixi meteu os dedos na cona e ali esteve um bocado a massajar o grelo&#8230; Bem&#8230; não sabia o que fazer&#8230; ali fiquei como que hipnotizado enquanto via aquele espectáculo. Quando acabou tirou as cuequinhas, baixou a saia e saiu. E eu ali de pé especado. Sem lavar as mãos pegou nas cuequinhas, passou por mim e disse, vê como estão molhadas de langonha de tão tesa que estou, e foi-se para a mesa. Peguei nas cuecas e cheirei-as, meu deus, que cheiro delicioso, cona de juventude, cheiro intenso quase inebriante.</p>
<p style="text-align: justify">Peguei nas cuecas metia-as ao bolso e voltei para a mesa. Quando lá cheguei contei o sucedido á minha mulher. Não acreditou. Muito a custo e depois de lhe mostrar as cuecas, la viu que não estava a mentir. Diz-me ela, ai sim, ela quer festa então vai ver! Por esta altura já o casal de velhos e netos se tinham ido embora. Claro, que antes não tirava os olhos da mesa, agora ainda pior. Foi então que a minha mulher se levantou e dirigiu-se à mesa deles. “Vai haver merda”, pensei, mas não de cigarro na mão a minha mulher perguntou-lhe se tinha um isqueiro para acender o cigarro, inclinando-se tanto que o miúdo quase ficou com as mamas a roçarem-lhe na cara. Pela cara dele ficou um tanto perturbado. A miúda olhava para mim e só se ria. Quando a minha mulher voltou, diz-me, &#8211; Aposto que tem a piça a rebentar a braguilha! Eu nada disse. Passado um bocado o dono do restaurante apareceu com um bolo de aniversário e cantando os parabéns dirigiu-se á mesa dos miúdos. Também nós cantamos os parabéns pois éramos os únicos ali na sala. Depois de alguma conversa entre eles, a miúda levantou-se, veio ter connosco e convidou-nos para os acompanharmos numa fatia de bolo e numa taça de champanhe.</p>
<p style="text-align: justify">Quisemo-nos esquivar mas ela tanto insistiu que lá fomos. Foi giro, dois cotas e um par de putos na flor da idade a falar de tudo, especialmente de sexo, posições de fodas, broches eu sei lá, tudo de uma forma subtil o que só servia para aumentar aquele clima de tesão. Por volta da meia-noite, combinamos ir até à praia acabar a noite num bar qualquer. Assim foi, mas quando chegamos cá fora diz a miúda, eu vou com o teu marido e tu vais com o meu namorado. Os efeitos do vinho e especialmente do champanhe, não permitiram grandes discordâncias e assim foi. Mal ela entrou no meu carro, puxou a saia toda para cima e ficou com aquela coninha á mostra. &#8211; Gostas?Perguntou. &#8211; Já viste o tamanho do meu “Pepe”? &#8211; Pepe, perguntei eu, sim é o nome do meu grelo diz ela. &#8211; Não digo eu, então já vai ver. E começa ali a massajar a cona e o grelo enquanto eu a custo conduzia. A minha piça estalava dentro das calças. Ela notou e com a outra mão abriu-me a braguilha, acariciando a piça. Foi acariciando a piça para baixo e para cima, e de repente tirou-o para fora ficando a cabeça de fora luzidia de tanto tesão. Ela tirou o cinto de segurança e meteu o pau todo na boca, chupando-o, primeiro levemente e depois com violência mordiscado-lhe a cabeça, enquanto massajava o grelo. Assim como começou a chupar assim também acabou. Mas para mostrar-me o grelo, que teso, tinha saído completamente do esconderijo das bordas da cona e ali estava no esplendor de tesão, enorme, duro e macio ao mesmo tempo. E eu sem poder fazer nada. Entretanto chegamos á beira mar e quando fomos parar os carros, o dele era um jeep enorme, com uma caixa grande e banco rebatíveis. Logo que parei notei o olhar desconfiado da minha mulher e ao mesmo tempo intrigado.</p>
<p style="text-align: justify">A miúda abriu a parte de trás do jeep, agarrou no namorado e jogou-o na bagageira abrindo-lhe a braguilha para lhe tirar a piça para fora e chupá-la. E eu e a minha mulher ali a olhá-los. Então entramos também e deitamo-nos ali ao lado, vendo aquele espectáculo da miúda a chupar furiosamente a piça do namorado. Então de repente ela deixou-o, abriu-me as calças e tirou-me a piça para fora que já estava bem tesa. E ali começou a chupar ora uma ora outra enquanto a respiração da minha mulher se tornava cada vez mais ofegante. Eu comecei por beijá-la longamente sentindo o calor que ela emanava e aquele cheiro canela que lhe aparecia quando ficava tesa, pelos menos eu sentia. A miúda então largou a piça do miúdo e desatou a chupar a minha com uma vontade, que me esporrei logo.</p>
<p style="text-align: justify">O puto olhou para as mamas da minha mulher e atirou-se a elas tirando-lhe o top. Belas mamas tinha a minha mulher, boas para no meio se dar uma foda, pois a idade tinham-lhe dado flexibilidade. Tirei a saia da miúda e o top e senti os bicos das mamas duros espetados nas minhas mãos. Olhei para a minha mulher, e não soube bem o que fazer, pois o miúdo chupava-lhe as mamas enquanto lhe metia o dedo na cona, o que a fazia gemer baixinho (ela sempre gemeu baixinho.) Deitei a miúda e comecei a fazer-lhe um minete enquanto ela aproveitando a posição começava a chupar a cona da minha mulher. A pintelheira dela era pequena, como disse, mas a cona cheirava a tesão, e quanto mais eu a chupava mais ela ficava molhada e passado algum tempo senti-a gritar entre dentes enquanto com as mãos me apertava a língua contra o grelo, gemendo, balbuciando &#8211; Eu venho-me caralho! Eu venho-me, eu venho-me&#8230; Senti-lhe o corpo em convulsões e a langonha a escorrer pela cona baixo até ao cuzinho.</p>
<p style="text-align: justify">Meu deus que bom A minha mulher já tinha tirado a piça do miúdo para fora e estava a chupá-la da forma como só ela sabia chupar e é claro não tardou a ver a boca dela encher-se de esporra do miudo que lhe escorria pelas comissuras dos lábios. A miúda olhou para a minha piça e ela estava dura e pronta a esporrar-se outra vez, e então virou-me as costas e pôs aquele cuzinho á disposição. Que visão, um cuzinho apertadinho, uma cona rapadinha, com as bordas duras do viço da juventude, um grelo inchado de tesão e grande como eu gosto. Sorriu-me e disse-me: &#8211; Enraba-me anda, que o meu namorado não gosta, enraba-me&#8230; Peguei na piça meti-lha primeiro na cona e ela mais uma vez gemeu quando sentiu aqueles 17 cms a entrarem-pela cona, mas logo tirei, pois foi só para lhe dar um bocado de langonha para a lubrificar.</p>
<p style="text-align: justify">Ela tornou a pedir: &#8211; Enraba-me, mete-me a piça no cu, anda&#8230; E assim fiz peguei na piça apontei a cabeça aquele cuzinho e comecei a meter, devagar, e ela gemendo, mete&#8230;mete&#8230;. e eu continuei a meter, ela arqueou as costas e então a piça entrou toda. &#8211; Que gozo, devagar &#8211; diz ela, e assim fiz &#8211; mais depressa, mais depressa, e eu a dizer-lhe vou –me vir, eu esporro-me&#8230; Não, ainda não, diz ela, e foi então que reparei que ela tinha a mão na cona e se masturbava enquanto eu a enrabava. Não durou muito, ela foi-me orientando, mete a piça dizia, mete, que eu venho-me contigo, e assim foi enquanto eu metia e tirava piça e ela massajava o grelo, senti-lhe o cu a apertar-se na minha piça e ela a gemer, foda-se que eu venho-me&#8230; &#8211; Fode-me que vou-me vir, enraba-me que me vou vir, mete-o bem fundo&#8230; A minha piça quase que estava estrangulada pelo cú dela, e foi ali naquele cuzinho que senti a esporra a subir às golfadas para ali gozar que nem um maluco.</p>
<p style="text-align: justify">Entretanto ao meu lado a minha mulher tinha a piça do miudo toda metida na cona, enquanto olhava para mim pronta para gozar. Não sei se pela dureza da piça do miúdo de por outra coisa. O certo é que ela gemia que nem uma doida, e depois sentido a que o miúdo se ia esporrar, sentou-se em cima dele e foi controlando a entrada da piça de forma que levou o miúdo a demorar algum tempo a vir-se. E ela cavalgando o miúdo e ele agarrado as mamas, pedindo, vem-te, vem-te que eu não aguento mais, vem-te&#8230;  E ela dizia goza, caralho, goza caralho&#8230; E assim que o miúdo lhe gritou vou-me vir, ai vou-me vir, vi a minha mulher gemer que nem uma doida metendo aquele caralho pela cona adentro enquanto se vinha de uma forma que eu nunca tinha visto. A langonha escorria pela piça do miúdo como um lago.</p>
<p style="text-align: justify">Depois de nos virmos que nem uns doidos, vestimo-nos e para meu espanto quando pensávamos que íamos para o bar, os putos meteram-se no jeep e desapareceram&#8230; Até hoje&#8230;.</p>
<p>Alice Maravilhas</p>
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		<title>O patinho feio sexy</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Jun 2011 13:47:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>David</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A minha cunhada, quando conheci a minha mulher, tinha apenas 11 aninhos e era uma miúda raquítica, feiosa, sem qualquer charme. Muito magra, não chamava a atenção a ninguém. Ao atingir a puberdade, no entanto, a miúda passou a surpreender [&#8230;]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify">A minha cunhada, quando conheci a minha mulher, tinha apenas 11 aninhos e era uma miúda raquítica, feiosa, sem qualquer charme. Muito magra, não chamava a atenção a ninguém.</p>
<p style="text-align: justify">Ao atingir a puberdade, no entanto, a miúda passou a surpreender e a chamar a atenção. As coxas engrossaram, o rabinho arrebitou e os peitinhos cresceram. Logo, todos que a rejeitavam passaram amigos e admiradores de longa data.</p>
<p style="text-align: justify">Eu mesmo, confesso, tinha a garota apenas como a cunhadinha que devia ser agradada porque isso poderia facilitar o contacto maior com a irmã. E isso fez com que ela se apegasse muito a mim. Saíamos juntos, eu, a minha namorada e a famosa cunhadinha, passeávamos, íamos ao cinema etc. Nessas oportunidades eu dava-lhe toda a minha atenção, sempre com o intuito de vê-la satisfeita e, sempre que possível, longe de nós.</p>
<p style="text-align: justify">Isso criou entre nós uma grande afeição e intimidade. Ela tinha-me em boa conta e tratava-me como se fosse um irmão. Abraçava.me, beijava-me e fazia uma enorme festa quando eu chegava. Casei com a irmã e a miúda foi crescendo e desenvolvendo o corpo, sendo deseja e cobiçada por todos que antes a rejeitavam.</p>
<p style="text-align: justify">Já casado, ela continuou  a ter uma relação extremamente amistosa e bem liberal comigo. Proporcionava-me o prazer de vê-la em roupa interior, ia para a casa de banho apenas com uma toalha que  não tapava quase nada. Aquilo deliciava-me e passei a desejá-la também, embora não tivesse a mínima coragem de declarar isso ou de tomar qualquer iniciativa.</p>
<p style="text-align: justify">Tudo ficava muito mais fácil porque ela adorava passar os fins de semana connosco. Ia para nossa casa na sexta- feira à noite e só voltava a casa dos pais no domingo. Havia uma relação de mútua confiança que continuava a aproximar-nos e  que me proporcionava um desejo crescente. As cenas repetiam-se. Ao chegar a nossa casa ficava bem à vontade, com pouca roupa, deitava-se conosco na nossa cama e relaxava. Às vezes, apenas de camisola e cuequinha à mostra, deitava-se bem juntinho a mim e abraçava-me apertado, encostando todo o seu corpo quente no meu que, excitado, reagia de imediato.</p>
<p style="text-align: justify">Num desses fins de semana, ela acordou no sábado um pouco mais tarde e quando chegou à cozinha para tomar pequeno- almoço, eu já estava sentado à mesa. Achei-a extremamente engraçada e ao mesmo tempo atraente. Parecia ter dormido demais e o cabelo apresentava-se esvoaçante. Brincando com ela, dei início a uma brincadeira e comecei a sorrir como ela. Reagindo, ela aproximou-se de mim e despenteou-me todo, sentando-se de seguida no meu colo.</p>
<p style="text-align: justify">Ela vestia apenas a tradicional camisola, folgada, sensual, curtinha, deixando, às vezes, aparecer a cuequinha branca e pequena que mal cobria a sua coninha. Ao tê-la no meu colo, aquilo acendeu-me o desejo de imediato. O seu rabinho carnudo, durinho, encaixou no meu membro e fez com que ele fosse tomado por violenta febre de desejo, tornando-se rijo de imediato.</p>
<p style="text-align: justify">Estávamos sozinhos em casa. A minha mulher tinha saído para fazer compras no supermercado e ia demorar um pouco. Esse facto e a sensação de liberdade que resultava do fato de estarmos sós, fez com que meu membro endurecesse ainda mais. Abracei-a sorrindo e envolvi o seu corpo com os meus braços, acariciando-lhe. Ela não externou nenhuma reação contrária àquilo. Pelo contrário, procurou melhorar o contacto do seu rabiosque com o meu membro, entreabrindo as pernas.</p>
<p style="text-align: justify">O tesão aumentou e parecia ser recíproco. Abracei-a forte e a puxei-a contra o meu corpo, já sem qualquer intenção de esconder o desejo que se apossara de mim e que se estendera a ela. Demonstrando estar ligada e com todo o tesão, recostou a sua cabeça em meu ombro, fechou os olhos, e simplesmente se entregou. Toquei-lhe nos seios e acariciei-os, desci pela barriga, invadi o seu ventre e levantei a sua camisola, tocando na sua coninha por cima da cuequinha de tecido fino que a cobria. A minha cunhadinha gostosa apenas se abriu mais e se ofereceu.</p>
<p style="text-align: justify">Invadi a sua intimidade. Afastando a cuequinha para o lado, apossei-me de sua cona e invadi-a com meus dedos famintos. Meti um dedo dentro dela e pude sentir o quanto ela estava excitada. Ao sentir o calor da sua coninha e a humidade, não me contive mais e resolvi desfrutar os prazeres que aquela grutinha me podia proporcionar.</p>
<p style="text-align: justify">Levantei-a do meu colo e, em pé, tomei-a de frente para mim, sentando-a na mesa. As pernas entreabertas acolheram-me e proporcionaram-me um contacto delicioso com a coninha da minha cunhada que, entreaberta, me fazia desejar imensamente a penetração. Não esperei mais e despi-me, fazendo com que meu membro rijo saltasse livre, desejando acomodar-se naquela deliciosa gruta. Segurei-o firme e coloquei-o na entrada da rata da miúda, empurrando-o devagar. A cabeça entrou e o restante do membro foi se acomodando até que desapareceu dentro da vulva ardente da minha cunhada.</p>
<p style="text-align: justify">Com enorme tesão, ela apenas se deitou em cima da mesa, levantou as pernas e ofereceu-se o mais que pode. Penetrei-a profundamente e passei a sair e entrar daquela cona molhada, apreciando cada movimento que fazia. Ela, deliciada com a penetração, suspirava, gemia, contorcia-se, acariciava os próprios seios e falava palavras desconexas.</p>
<p style="text-align: justify">Continuei a fodê-la aumentando o ritmo da penetração, sempre invadindo vigorosamente aquela cona, indo ao fundo e voltando quase à entradinha. A minha cunhada não resistiu àquele insistente vai-e-vem e veio-se de modo profundo, gemendo alto, gritando, segurando-me e puxando os meus quadris contra o seu corpo. Envolvido por aquele clima de desejo e de prazer, acompanhei-a e gozei profundamente, esporrando forte no interior da sua cona quente.</p>
<p style="text-align: justify">Mas isto não serviu para nos acalmar. O tesão que há muito se achava recolhido e disfarçado contribuiu para que continuássemos a nos comer com todo o desejo possível. Com o caralho ainda completamente duro, continuei a foder aquela cona inundada pelo meu esperma e viemo-nos novamente com maior prazer, só que agora ao mesmo tempo.</p>
<p style="text-align: justify">Ao terminarmos mais esta sessão deliciosa, tomei-a nos meus braços e beijei a sua boca carinhosamente, acariciando o seu corpo e sendo por ela acariciado. Lentamente, levei-a para o meu quarto e a deitei sobre a minha cama, onde ela já havia estado diversas vezes se insinuando, sem ser, no entanto, possuída como desejava.</p>
<p style="text-align: justify">Deitei-me em cima dela e continuei a beijá-la e a acariciá-la. O tesão não parecia ter fim. Meu membro duro procurava avidamente a sua coninha e, sem dificuldade, ao encontrar a entradinha quente, voltou a invadi-la desaparecendo por completo no seu interior. Continuamos a nos comer sem qualquer sensação de cansaço. O desejo que nos possuía impedia-nos de pensar em parar ou em esmorecer. A partir desse momento, passamos a nos foder em posições variadas. Sentada em cima de mim, ela engolia completamente o meu mastro e rebolava deliciosamente ao tê-lo todo enterrado dentro da sua coninha.</p>
<p style="text-align: justify">Depois de um certo tempo e de mais um gozo indescritível, passei a possuí-la por trás. Com as coxas escancaradas, o cuzinho arrebitado, invadi a sua cona e observava o meu pau desaparecer gostosamente dentro dela. Continuámos a nos possuir até ao momento em que percebemos que a prudência recomendava, somente encerrando esta sessão de “comilança” mútua quando já sentíamos que a minha mulher estava a voltar. Paramos, firmando naquele momento um pacto de silêncio e cumplicidade. Continuamos a nos comer discretamente, embora eu perceba que minha mulher sabe de tudo, ou pelo menos desconfia.</p>
<p>David</p>
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		<title>Amigo do Chat</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Jun 2011 15:10:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Loba47</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Sou uma mulher de 47 anos, casada há 25 anos e com 2 filhos adultos. Sempre tive uma vida sexual bem ativa, aliás, a única coisa boa no meu casamento. Era um sexo gostoso, sempre tive prazer nas relações, mas de [&#8230;]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Sou uma mulher de 47 anos, casada há 25 anos e com 2 filhos adultos. Sempre tive uma vida sexual bem ativa, aliás, a única coisa boa no meu casamento. Era um sexo gostoso, sempre tive prazer nas relações, mas de um jeito bem rotineiro. Eu queria mais, faltava mais entusiasmo.</p>
<p style="text-align: justify;">Num final de ano, estava em casa sozinha sem nada para fazer. Entrei num chat por curiosidade, queria ver como era. Comecei a conversar com várias pessoas e a ver como os desejos eram diferentes.. Cada fantasia, cada conversa&#8230; Umas excitantes, outras nojentas. Entrava sempre e às vezes e ficava excitadíssima e fazia sexo virtual!!! Hum delícia! Era divertido e estimulante, depois transava com meu marido de uma forma mais gostosa&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Mas, um dia encontrei um homem diferente&#8230; Ele começou a falar de dominação&#8230; Ele dizia que gostava de dominar, de segurar pelos cabelos, de pegar com força, de bater na bunda e na cara&#8230; Aquilo me assustou no início, mas me deixou com uma vontade louca de experimentar&#8230;. Conversávamos quase todo final de semana&#8230; Ele dizia como faria comigo e eu me masturbava sempre pensando naquele homem que me deixava louca de vontade. Ele me ligava sempre, queria me ver&#8230; Mas eu não podia chifrar meu marido, afinal eram 25 anos de casamento. Elias se importava comigo me ensinou a me dar mais atenção, a querer me cuidar, a querer viver&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Nossas conversas duraram meses, até que um dia ele me ligou me avisando que estaria na minha cidade dentro de 2 semanas. Meu coração parecia que ia explodir. Medo, ansiedade, expectativa&#8230; Uma mistura de sentimentos, que me assustava e excitava ao mesmo tempo. Finalmente chegou o dia, avisei no trabalho que teria que faltar por um período, e fui me encontrar com ele&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Eu tremia muito, quando cheguei pensei em fugir e desistir. Mas eu queria. Eu só o conhecia por fotos, sabia que tinha 53 anos, que era magro e alto. Fiquei procurando, quando senti uma voz conhecida atrás de mim. Virei-me e vi aquele homem enorme e lindo, muito mais bonito que nas fotos. Meu Deus!!! Como resistir? Cumprimentou-me com um beijo no rosto e me segurando pelas mãos ficou me olhando com um sorriso e me disse: -Finalmente te encontrei! Hoje vamos realizar nossos sonhos! Abraçou-me de um jeito que nunca vou esquecer.</p>
<p style="text-align: justify;">Levou-me até o carro, eu fui me deixando conduzir. Entramos no carro e fomos directo pra um motel. Quando entramos, ele me abraçou e disse para que eu não me preocupasse&#8230; Que nada seria contra minha vontade. Aquele abraço forte me fez gemer de desejo, e começamos a nos beijar desesperadamente. Eu me sentia tão pequena perto dele, isso era delicioso&#8230; Foi me pegando enfiando a mão dentro da minha calça apertando minha bunda, puxando pra perto dele. Sua boca buscava meus seios que estavam rijos de desejo. Ele me pegou e me colocou na cama arrancando minha calça. Aquele jeito selvagem de agir me deixava louca!</p>
<p style="text-align: justify;">Segurava-me com força pelos cabelos enquanto abria minhas pernas e roçava aquele pinto maravilhoso na minha buceta que babava de vontade&#8230; Eu tentava me levantar, mas ele não deixava&#8230; Dizia: Quem manda agora sou eu! Sou seu macho e vou fazer de você uma fêmea feliz. Afastou-se e ficou olhando minha buceta molhada enquanto segurava minhas pernas abertas. Foi beijando minhas pernas até chegar nela e começou a sugá-la e morde-la até que gritei de prazer. Assim que eu gosto minha putinha gostosa! Levantou-me pelos cabelos e enfiou aquele pau grande e grosso na minha boca, eu comecei a chupá-lo como se fosse um sorvete. Estava tão duro e quente&#8230; Eu queria engolir tudo. Nunca senti tanto prazer em chupar um sorvete na minha vida! Quando ele já não conseguia mais segurar, me virou de costas e me comeu por trás, enfiando aquilo tudo em mim. Gozamos juntos num prazer que eu experimentava pela primeira vez&#8230; Foram várias trepadas, onde alternavam chupadas, apertões e tapas na minha cara e na minha bunda. Nunca pensei que fosse gostar tanto daqueles tapas.</p>
<p style="text-align: justify;">Naquele dia fiquei meio arrependida por ter tido coragem de me entregar à um homem que não fosse meu marido&#8230; Mas a felicidade que senti foi tão grande, que superou todo remorso&#8230; Pensei em me separar do meu marido&#8230; Mas resolvi pensar melhor. Mantenho meu casamento, e me encontro com o Elias quando dá certo. Aprendi a me descobrir como mulher, através deste sexo dominador e selvagem&#8230; Descobri que gosto mesmo e de ser completamente dominada por um homem que saiba mandar. Sou realizada como profissional, como mãe, como esposa no meu casamento&#8230; Mas como fêmea preciso de um amante&#8230;</p>
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