Trabalho Suado
Meu nome é Amanda, mas aqui na empresa eu sei que tenho um apelido digamos, carinhoso. Nunca me contaram mas já ouvi cochicharem Bruna Surfistinha. Sei que foi pra mim, apesar de não ser loira, muitos já falaram que eu pareço com ela, sou muito gostosa, seios fartos e cabelo liso, além de ter cara de santa mas ser muito safada.
Porto-me muito bem pois no escritório temos que usar roupa social, apesar de eu ser estagiária gosto de me vestir bem, sensual, sempre de salto alto e certas vezes decotes mais ousados, para atiçar esses homens engravatados.
Era mais um dia normal de trabalho, uma quinta-feira. Como era o dia rodízio do meu carro resolvi ir mais tarde. Entraria às 11 e sairia às 8 da noite. Esse dia eu tinha ido de vestido, não era um dia exatamente quente, mas eu queria agitar um happy hour depois do expediente, para poder mostrar um lado mais descontraído e menos, digamos, corporativo. Além do mais, havia um certo homem lá dentro que eu já estava de olho, meu chefe.
Alexandre, moreno, alto, bonito e sensual. Tudo que qualquer mulher pode querer em um homem. Não estou falando isso por falar, ele é realmente muito atraente, daqueles executivos bem sucedidos. Sabia que eu não era a única de olho nele, porém já tinha visto ele de olho em mim algumas vezes. Tinha medo de qualquer aproximação, afinal, poderia comprometer meu emprego, mas não resistia a ele.
Durante o dia cada um fez o seu trabalho normal, conforme foi ficando mais tarde, próximo das 6 horas, as pessoas começaram a ir embora, logo percebi que não haveria aquele barzinho após o horário, mas me conformei, afinal tinha muitas coisas pendentes mesmo pra fazer. O happy hour não aconteceu; aquele vestido, maquiagem e até mesmo a lingerie que vesti na esperança de uma noite mais emocionante, não serviriam para nada. Decidi me empenhar no trabalho, foi o que me restou, quando de repente alguém abre a porta do escritório, fiquei curiosa mas sem grandes expectativas até que vi quem era, era Alexandre, apareceu dizendo que seu trabalho estava atrasado e o agradava trabalhar de noite com o escritório mais tranqüilo.
Alexandre se dirigiu à sua sala e fechou a porta, sem dúvida eu não conseguiria mais trabalhar, apenas pensava nas infinitas possibilidades do que poderíamos fazer naquele escritório, mas será que ele pensava o mesmo, como poderia descobrir? Um homem reservado e aparentemente ser tímido, a muito tempo me insinuava para ele e não obtia respostas.
Decidi que dessa noite não passava, fui em direção de sua sala, com os primeiros botões da camisa abertos, salientando meus peitos, era tudo ou nada. Ao abrir a porta me deparei com ele tomando um whisky estirado no sofá. Perguntou o porquê da minha visita e disse que fui ver se precisava de algum tipo de ajuda, afrouxando a gravata me chamou para me sentar e o acompanhar pois não gostava de beber sozinho. Então quando fechei a porta nada mais precisou ser dito, Alexandre começou a me beijar de uma maneira muito intensa, não achei que ele fosse tão bom nisso, abriu minha blusa com os dentes e ergueu minha saia. Já estava muito molhadinha, acho que não ficava excitada assim há muito tempo. Era uma mistura de sensação de perigo e muito tesão por aquele homem. Me sentia a mulher mais gostosa do planeta e ao mesmo tempo uma estagiária sendo abusada pelo chefe. Me excitava muito. Logo ele abriu meu sutiã e começou a lamber meus seios, que ficaram muito duros já no primeiro toque. Abri sua calça e senti aquele pau gigante crescer nas minhas mãos. Que delícia, começamos a nos beijar muito forte e nossos corpos se tocavam com muita sintonia. Arranquei sua calça com a cueca e tudo. Empurrei-o para o sofá, nunca havia me visto tão dominante. Quem era eu perante aquele homem poderoso? Naquele momento eu tinha o poder. Sentei com as pernas abertas em cima dele e sem falar coloquei aquele pau enorme dentro de mim. Não conseguia segurar meus gritos. Cavalgava, gritava, beijava, estava excitadíssima. Não tinha mais medo de alguém aparecer, pois eu não me importaria em ser demitida, tudo ali valia a pena. Empolgados, gozamos juntos, muito, senti aquele jato em mim, nunca havia gozado tanto, estávamos molhados e suados. Ficamos alguns minutos sem falar absolutamente nada, dei um gole naquele whisky dele, peguei meu sutiã do chão e saí da sala. Peguei minhas coisas e fui pra casa satisfeita.
Foi a melhor transa da minha vida e acredito que dele também já que agora com essa desculpa de rodízio isso acontece toda quinta-feira, só nós sabemos e agora vocês.
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Foi arriscado, uma loucura, mas não me arrependo!
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