Pouco ExcitanteSatisfazExcitanteMuito ExcitanteSuper Excitante (5 votes, average: 6.40 out of 30)
Loading ... Loading ...
Incesto — 18 July 2012
A prima gostosa

Era carnaval de 1991, como sempre fizemos em nossa família minha prima veio passar os dias do feriadão em minha casa.
Ela era simplesmente deliciosa. Tinha cabelos lisos e compridos, seios generosos e duros, coxas e bumbum bem desenhados e uma xaninha que saltava aos olhos nas calças do tipo bailarina que se usava na época.
Não podia imaginar que aconteceria um fato tão marcante em minha vida. Principalmente com Kátia, prima com a qual praticamente fui criado até meus 12 anos, mas que sempre despertou tesão em mim.

Já em 1988, quando minha família e eu morávamos no interior de Minas Gerais, meu tio; irmão de meu pai; foi nos visitar levando toda a família. Quando chegaram em nossa casa a alegria foi geral, pois não víamos parente algum a mais de um ano. Quando Kátia entrou pela porta só pude fixar os olhos entre suas pernas, quase que podendo ver por através da calça. Que buceta deliciosa, a costura da calça estava marcando os lábios, que se dividiam um para cada lado. Fiquei sem jeito, pois de imediato fiquei de pau duro, tendo a impressão que todos haviam de notar; todos não, mas Kátia com certeza notara. Beijou-me no rosto, como de costume e me deu um abraço um tanto quanto malicioso, pressionando seus seios contra meu tórax.

Já na primeira noite na cidade fiquei responsável por levá-la a conhecer a cidade. Nossos pais sugeriram-nos que fossemos a uma lanchonete, sorveteria ou qualquer lugar em que pudéssemos passar o tempo.
– Voltem antes das 23h00min. Orientaram.
O único inconveniente é que minha irmã teria de ir junto, o que inibiria qualquer tipo de insinuação mais ávida de minha parte ou dela.

Fomos à praça central da cidade e ficamos conversando sobre as novidades de São Paulo e do resto de nossa família. Minha irmã disse que iria ao sanitário de uma lanchonete onde havíamos comprado refrigerante, pois estava apertada. Era a minha deixa para tentar alguma coisa.
– Nossa prima, como você está bonita! Nem parece ter só 16 anos. Afirmei meio sem jeito.
– Obrigada, mas beleza não tem nada a ver com idade. Fala logo, você quer dizer que estou gostosa!
Aquilo veio como uma tapa na cara, me deixando sem fala de imediato…
– Pode falar, eu vi como você me olhou quando chegamos em sua casa. Ela insistiu.
– É…, bem…, Se você reparou, não tem nada mais para dizer. Apenas confirmar.
Minha irmã retornou e reparou que eu arrumava meu membro dentro da bermuda, pois apesar do aparente constrangimento causado por aquelas afirmações de Kátia, eu havia me excitado.

Voltamos para casa, chegando até mais cedo do que orientado por nossos pais.
– Vamos, meninos comam logo alguma coisa, pois precisamos começar a acomodar as crianças antes que comecem a querer dormir. Disse minha mãe, levantando-se da mesa e pegando meu irmão para poder dar-lhe banho.
Fomos para o quarto; que nesta época era dividido por mim e meus dois irmãos; ficando conversando baixinho enquanto minha irmã terminava de comer o lanche preparado por minha tia.
– Onde será que vamos dormir. Kátia perguntou… – Será que vamos dormir na sala; tomara. Comentou com cara safada.
– Não sei, mas tomara que ao menos durmamos no mesmo cômodo. Afirmei replicando o ar de sacana.
Todos de banho tomado e devidamente trocados. Fomos divididos da seguinte forma: meus tios dormiriam no quarto de meus pais com as crianças em um colchão no chão aos pés da cama, meus pais dormiriam em meu quarto juntamente com minha irmã e para nós dois sobrou a sala, como Kátia havia previsto, (mais tarde vim a saber que por sugestão dela). Minha mãe separou os lençóis, travesseiros e cobertores e deixou tudo em cima do sofá, orientando que eu dormisse no colchão de ar e minha prima no sofá.
Eu não havia reparado, mas só Kátia ainda não tomara banho.
Todos já haviam entrado nos cômodos para dormir. Fiquei com a TV ligada, mas sem dar atenção ao que passava. Só pensava no que poderia acontecer dentro de alguns minutos, que pareciam horas intermináveis.
Finalmente ouvi a porta do banheiro se abrindo… Engoli seco, me ajeitei no sofá e com ar de bobo sorri quando ela entrou na sala. Não acreditei no que via. Kátia vestia uma camisola rosa, semitransparente e vinha sem sutiã. Aquela visão me deixou excitado de forma a levar a cabeça do pau a sair pelo elástico da bermuda do pijama.
– Gostou? Perguntou, fazendo pose do tipo modelo.
– Adorei. Respondi com a voz meio trêmula.
– Posso dormir eu no colchão? Perguntou já se deitando.
– Claro, não faz diferença alguma.
Nos primeiros minutos passei a atentar-me ao que passava na TV; um filme com Paul Newman e Robert Redford chamado Butch Cassidy e Sundance Kid; para controlar a excitação, mas logo comecei a fitá-la de cima abaixo…, que delícia de coxas!
Até então Kátia estava comportada, mas daí começou o jogo de sedução; virou-se de bruços e comentou que estava com sono, mas não queria dormir ainda, pois estava excitada:
– Ai primo, estou com um tesão! Falou em voz baixa, quase sussurrando.
– Você disse que tinha me achado bonita e gostosa, mas nem está olhando para mim direito. O que foi? Está com medo? Não mordo, mas se você quiser, eu chupo!
Pronto, aquela foi a gota d’água, quase gozei só de imaginar. Meu pau nesta hora pulsava como que acompanhando as batidas do meu coração.
– Vem cá sua putinha. Disse já com a voz mais confiante e afoita.
Kátia então se ajoelhou na minha frente, segurando minha rola e levando a boca até a minha. Começamos a nos beijar de forma frenética e desesperada, tentando um arrancar as roupas do outro, mas ela não largava da minha rola, ao invés disso apertava-a como a uma bomba de estetoscópio.
– Espera, deixe-me pegar uma coisa em meu quarto. Disse levantando-me.
– Você é louco? E se alguém acordar? Daí nossa farra vai estar terminada. Vem cá, me deixa cuidar de você. Falou com ar de autoridade.
Deitei-me no colchão já sem camisa e ela sentou-se sobre meu pau. Sua buceta já estava encharcada como quem acabado de tomar banho. Senti minha pica roçando sua xana, querendo penetrá-la mesmo através do tecido de nossas roupas.
Beijava-me de forma que jamais havia sido beijado antes, levando a mão dentro de minha cueca e segurando meu membro; que a esta altura já estava doendo de tanto tesão; começou a masturbar-me com violência.
– Calma aí, deste jeito você vai acabar comigo!
– O que você quer que eu faça? Perguntou-me com ar de submissão.
– Deite você e deixe-me ver se você é boa mesmo de chupada.
Ela deitou-se e rapidamente deitei-me sobre ela em posição de meia-nove.
– Nossa! Primo, nunca imaginei que você fosse tão criativo. Disse-me abocanhando meu cacete que já de primeira foi até sua garganta.
Comecei a mordiscar-lhe o grelho e a dar lambidas na entrada de sua vulva, como se estivesse beijando-lhe a boca, tirando-lhe gemidos que em alguns momentos a impediam de continuar chapando-me. De repente em um gemido longo e com o corpo todo a estremecer; gozou. Senti seu néctar vir a minha língua.
Como ainda não tinha gozado, a priminha muito prestativa, pediu-me que saísse de sobre ela e sentando-me no sofá pude ver a aquela cara de satisfação enquanto começou a me devorar de novo. Chupava-me, lambia-me o saco, mordia de leve a cabeça de meu pau.
– Primo como ele é duro e grande! Eu o quero dentro de mim. Disse deitando novamente no colchão.
– Não! Estou sem camisinha aqui. Quer ficar grávida com esta idade e o pior, de um primo?
– Então só tem um jeito de resolver isso.
Nunca imaginei que algo tão prazeroso pudesse acontecer de forma tão natural.
Kátia levantou-se, ficou de costas para mim e foi abaixando-se até que seu cú encostou-se na minha rola. Enfiou três dedos na boca e os umedeceu, passou-os em minha rola e foi sentando-se devagar inicialmente. Porém quando o membro já lhe havia rompido a resistência, começou um movimento de cavalgada que me tirou as ações.
Ao invés dessa seqüência cansativa me fazer perder as forças, fui tomado por um impulso incontrolável, levantando-a sem deixar perder o encaixe em que nós estávamos e virando-a de quatro. Agora era minha vez de mostrar domínio sobre aquela situação. No início dava estocadas rápidas e rasas, mas quando senti que estava prestes a gozar, passei a dar estocadas lentas e com força sentindo minhas bolas esfregarem sua buceta.
– Ai primo! Vou gozar de novo. Falou com voz cansada.
– Calma! Quero gozar junto desta vez. Disse, levantando-a de forma que suas costas ficassem encostadas ao meu peito.
Agora dava estocadas profundas enquanto acariciava-lhe os seios, beijava-lhe a nuca e mordia-lhe as orelhas.
Senti minhas pernas fraquejarem quando me veio o gozo e ao mesmo tempo pude ouvir-lhe outro gemido de prazer como o de antes.
Deitamos e já no final do filme colocamos nossas roupas e subindo ao sofá, despedi-me para que pudéssemos dormir.
Nos demais dias em que Kátia esteve conosco ficamos apenas de namoricos; um beijinho aqui, outro ali; o que acontecia de mais intenso era quando vez ou outra minha priminha alisava meu cacete, mas só de leve.

A visita acabou e de Minas Gerais mudamos para o Interior de São Paulo onde tive muitas outras aventuras, mas não conseguia esquecer aquela noite que passei com Kátia.
Estávamos no interior há 11 meses quando meu pai e minha mãe deram a notícia que iríamos voltar para a capital de São Paulo. Fui tomado por um misto de ansiedade e preocupação, pois queria rever minha prima, mas não sabia se ela compartilhava do mesmo sentimento que eu.
Mas meu temor era desnecessário. Em São Paulo a coisa agora era diferente. Todas as vezes que tínhamos oportunidade estávamos juntos; beijando-nos, nos apertando, encoxando e tudo mais que dava para fazer; menos meter.

No feriado do carnaval eu já sabia que seria ela a vir para dormir em nossa casa. Não podia deixar esta oportunidade escapar-me. Comprei preservativos, gel lubrificante e para garantir comprei até energéticos destes de farmácia, (que descobri mais tarde que não adiantam de nada).
Na sexta-feira fui ao colégio e mal via a hora de dar o horário da saída… Pronto 22h45min.
Corri, entrei no primeiro ônibus que passava pela minha casa. Estava ansioso, só de pensar tive uma ereção que parecia fazer meu pau querer estourar o zíper da calça. Subi a rua de casa correndo e pude avistar meus primos no quintal, brincando com meu irmão. Entrei pelo portão, cumprimentei meus primos e dei a volta pela casa para poder entrar pela cozinha, (queria ouvir a voz de Kátia antes de entrar em casa).
– Oi gente! Falei com ar de alegria, (que me é peculiar).
– Oi filho! Já chegou? Perguntou minha mãe.
– Já sim, vou tomar banho!
Nem falei com meu tio, pai e nem com a própria Kátia só queria estar cheiroso e aproveitei para bater uma punheta, eliminando assim um pouco daquela tensão.
Já tomado banho coloquei uma bermuda e regata, calcei um chinelo e fui ter com todos na sala. Cumprimentei os que ainda não tinha visto…
– Cadê a Kátia e a Cintia, (minha irmã). Perguntei de forma meio sem interesse.
– Estão na casa da vizinha, vá chamá-las, por favor. Pediu minha mãe me fazendo esboçar um sorriso quase que de alívio.
Quando estava saindo no portão, dei de cara com as duas. Aquilo só podia ser um sonho. Kátia estava com um top Pink e sem sutiã, trazendo uma minissaia de sarja branca.
– Oi primo, vai sair?
– Não estava indo chamá-las.
Minha mãe serviu pizza; um dos dotes culinários dela. No jantar a troca de olhares era inevitável, mas sem dar nenhum tipo de bandeira. Não via a hora de meus tios e primos irem embora e meus pais e irmãos dormir. Estava preocupado com uma coisa: se meu irmão ficasse em casa, minha irmã e Kátia ficariam no quarto e meu irmão viria dormir comigo na sala; o que estragaria todo meu ardil.
– Alex, você vai dormir na casa do tio? Perguntei como quem dando idéia.
– É mesmo se a Kátia vai passar o fim de semana aqui o Alex pode passar lá em casa. Replicou meu primo Geraldo.
– Por mim tudo bem. Disse minha tia, concretizando a troca.
Depois que meus tios haviam ido embora e meus pais ido dormir, ficamos nós três assistindo TV: Cintia, Kátia e eu. Escolhi um canal de programação bem entediante para causar sono em Cintia e assim ela nos poder deixar a sós. Sucesso! Em menos de meia hora minha querida irmã disse que iria dormir, chamando Kátia que disse que iria depois.
– Boa noite então.
Levantei-me e fui até minha mochila para pegar meus brinquedinhos para aquela ocasião. Quando retornei a sala Kátia estava sentada na poltrona individual; o que me fez achar estranho; porém sem questionar ou expressar qualquer tipo de reação sentei-me no sofá e fiquei olhando o que passava na TV.
– E aí vai ficar assistindo televisão? Perguntou Kátia com ar de autoridade típico.
– Não sei. Você sentou-se aí, parece que quer ficar longe de mim.
– Não, seu bobo! Quero que você tenha o melhor ângulo para poder me ver. Disse, colocando as pernas por sobre o braço da poltrona.

Neste momento pude ver que a safada estava sem a calcinha e apesar da luz da sala estar apagada, o lugar que minha priminha escolheu para realizar seu showzinho era iluminado pela luz que vinha da varanda.
Aquela visão era inebriante. Kátia passava seus dedos em sua xana apertando-a e penetrando-a, soltando gemidos e suspiros de prazer; hora com as pernas entrelaçadas hora arreganhadas. Aquilo estava me deixando louco, de forma que comecei a massagear meu cacete que estava duro como um pedaço de pau.
Levantei-me e tirei-lhe o top, deixando saltar aquelas duas tetas maravilhosas. Agora ela segurava meu cacete e eu acariciava-lhe a xaninha, enquanto chupava-lhe os peitos.
– Quero experimentar seu leitinho. Disse ajoelhando-se e abocanhando o membro.
Segurei seus cabelos enrolados à minha mão para poder contemplar aquela vista e também para controlar aquele boquete maravilhoso. Chupava-o em toda sua extensão; podia sentir tocar-lhe a entrada da garganta; além de lamber minhas duas bolas como a um sorvete. Quando senti que ia gozar tentei tirar meu pau de sua boca, mas ela também o sentira e agarrando-me pela bunda puxou-me contra si, de forma que lhe enchi a boca de esperma; que engoliu todo sem que desse conta.
– Agora vem te quero dentro de mim.
– Espera. Me deixa colocar a camisinha.
– Não, então deixa que eu coloque. Retrucou pegando o preservativo e vestindo meu cacete com a ajuda da boca.
Da forma que estávamos; eu em pé e ela abaixada a minha frente; a virei de quatro e fui introduzindo o membro que a esta altura tinha recobrado todas as forças. Finalmente sentia aquela bucetinha rosada rebolar na minha rola. Kátia parecia uma cadela no cio; rebolava, balançava-se para frente e para trás; enquanto eu aproveitava aquela paisagem digna de oásis.
Quando percebi que a posição já não era mais confortável, deitei-me no chão, trazendo-lhe a sentar sobre mim. Desta vez tinha conseguido a visão perfeita, pois enquanto Kátia praticamente pulava sobre meu cacete, eu podia ver seus seios realizando um verdadeiro balé. Podia sentir minhas bolas roçar seu cuzinho que em outra ocasião havia experimentado com tanto prazer.
– Vou gozar, vou gozar, assim, vou gozar! Disse com o tom de voz já um pouco alterado.
– Goza gostoso, priminha, mas a brincadeira ainda não terminou.
Pude sentir quando sua vagina contraia-se em meu cacete até que ela deixasse seu corpo cair ao meu lado. Olhei em seu rosto, enquanto tirava a camisinha e vi um sorriso maroto de quem acabou de fazer traquinagem.
Neste momento, a virei de lado erguendo-lhe a perna direita e comecei a roçar a cabeça do membro em seu cuzinho, que parecia piscar de tesão.
– Você não cansa? Perguntou-me quase que indignada.
– Não, eu quero mais. Respondi enquanto buscava o encaixe para a penetração.
Quando coloquei a cabeça pude sentir que houve certa resistência, mas eu tinha que continuar, pois meu tesão só aumentara com a idéia de voltar a currá-la. Já na quarta tentativa de penetrá-la meu cacete foi sugado como por uma ventosa.
– Come primo, come gostoso este cú que hoje quem vai gozar duas vezes é você.
Tinha conseguido um belo encaixe, podia acariciar-lhe os seios a xaninha e ainda sentir aquele cuzinho quente e apertado abraçando meu pau. Com os dedos sobre seu clitóris, por vezes puxava-a para trás; o que aumentava ainda mais o tesão para ambos. Ficamos em pé, coloquei uma de suas pernas no sofá, deixando-a arcada.
– Gosta assim? Perguntei, sussurrando em seu ouvido.
– Sim. Fode, fode com força e me faz gozar
Comecei a produzir estocadas mais profundas e com força, enquanto dedilhava seu grelhinho.
– Assim, me faz gozar de novo. Isso não para, não para!
Gozamos juntos e com muito mais prazer do que antes experimentado.
Saímos pelo fundo da casa e fomos tomar banho juntos no banheiro da edícula. Ficamos quase uma hora trocando beijos e carícias debaixo do chuveiro.
Voltamos para dentro e ela foi direto ao quarto após dar-me um beijo e dizer; como que na forma de um Adeus; eu adorei tudo que fizemos, mas essa foi a última vez.

Hoje Kátia e eu quase não nos vemos, mas somos grandes amigos e quando estamos juntos; cada qual com sua família; aproveitamos ao máximo, porém só como primos…

Contos Relacionados

Partilha

Acerca do Autor

Cabbe Gazzo

(1) Comentario

  1. Se eu tivesse uma prima assim. Estou de pau duro….

Add Comment Register

Leave a Reply

Your email address will not be published. Required fields are marked *


*

You may use these HTML tags and attributes: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <strike> <strong>