Um dos meus locais de eleição de férias é a Caparica. Quase todos os anos vou lá passar um mês de férias. Para quem conhece sabe as praias maravilhosas e o sol que lá tem. Também devem conhecer as amizades e aventuras “calientes” que durante esse tempo acontecem. O que vou contar aconteceu no ano passado durante o mês de Agosto. Durante a tarde é comum o pessoal juntar-se nas esplanadas na conversa e a tomar umas bebidas. Estava sentado todo refastelado numa cadeira, quando uma loura toda boazona passou por mim e lançou aquele olhar encantador de “comia-te já”. Pensei para comigo: – Este ano começa bem! e vi ela seguir sempre em frente a movimentar aquele corpo sexy e a bambolear aquele cuzinho perfeitinho. Reparei também que levava pela trela um cachorro de médio porte daqueles de raça XPTO.
Continuei no meu relax contemplando as maravilhas naturais que a Caparica nos proporciona. Tinha passado mais de uma hora quando vejo a minha amiga do cachorro a voltar em minha direcção. Sentou-se numa mesa à minha frente, cruzou as pernas e focou aquele olhar em mim. Senti-me assim um pouco atrapalhado pois não contava com aquele ataque tão rápido e directo. Mas logo controlei os meus sentimentos e entrei no jogo de sedução, adoro a Caparica mesmo por isto, os engates tem sempre um jogo de sedução.
Depois de umas trocas de olhares, sorrisos e gestos sedutores, levantei-me e perguntei-lhe se podia sentar na mesa dela. Respondeu: – Porque não, assim não tomamos a bebida sozinhos. Depois daquelas perguntas banais, o teu nome, de onde és, o que fazes… a conversa foi se tornando mais intima e provocadora e é nestas ocasiões que se faz o teste do sofá. Além de corresponder precisamente ao que eu pretendia, ela conseguia ser subtil nas provocações e cada palavra que saia da sua boca me deixava com mais tesão. Baixei a mão e pousei na perna dela, suavemente fui acariciando e metendo debaixo da sua curta mini saia. Cada vez mais juntos e sempre de olhar fixo um no outro, as palavras já se arrastavam numa excitação incontrolável. Levantei-lhe a cuequinha e passei os dedos pela raxinha, hummmmm, estava toda molhadinha e ardia como o fogo. Suavemente meti os dois dedos dentro e sinto aquele néctar a correr pela minha mão. Ela mordeu os lábios para abafar o leve gemido que soltou: – Vou-me vir toda. Fiquei com uma tesão que não aguentava, mas não parei, os meus dedos entravam e saiam daquela ratinha tão quente e apertadinha e sentia aquele suco quente e viscoso a correr pelas mãos.
De repente ela disse: – Vamos, o meu apartamento é ali em cima. Paguei as bebidas, levantamo-nos e seguimos em direcção ao apartamento dela. Não sei o que me fizeste, mas fiquei super excitada, só me apetece morder-te e foder contigo – Disse-me baixinho ao ouvido. Entretanto chegamos ao apartamento que era ali perto, entramos no elevador e já ela me beijava sofregamente como se o mundo fosse acabar no dia seguinte. Abri o fecho das calças tirei o meu pau para fora, encostei-a contra o elevador, levantei-lhe a perna e enfiei-o todo por aquela coninha a arder. Gemia como uma tola: – Ahhhh, come toda, enfia todo até ao fundo, rebenta comigo. A campainha do elevador tocou e a porta abriu. Peguei nela ao colo e sempre com o meu pau bem enfiado e ela agarrada à trela do cachorro, dirigimos à porta do apartamento dela, entramos por lá dentro e continuamos a foder contra a primeira parede que apareceu. Senti ela vir-se diversas vezes e era tão bom ouvir aquele gemido de prazer cada vez que sua ratinha explodia de prazer. Peguei nela e pousei no sofá, despi o resto da roupa que nos sobrava e virei-a toda nua com o cuzinho e a ratinha virada para mim. Que vista divinal, as mamas eram pequenas, mas bem feitas, os biquinhos estavam duros e tesos, eram lindo velas penduradas assim por trás.
Enfiei novamente o meu pau grosso e teso novamente naquela xaninha rosadinha e apertadinha e comecei a bombar cada vez mais rápido enquanto ela gemia e gritava de prazer: – Força, fode-me com força, enfia todo, hummmmmm, ahhhhhhhhhhhhhhh, é bom, mais… mais… Não aguentei muito mais, aqueles gritos deixavam-me super excitado, e explodi dentro dela, enchendo aquela xaninha cheia de leitinho. Deitamo-nos exaustos os dois no chão de mão dada a olhar para cima. Entretanto aconteceu uma coisa inesperada, o cachorro que afinal era uma cadela, aproximou-se dela e começou a lamber-lhe as pernas e foi em direcção à coninha dela e continuou a lamber. Ela abriu as pernas e pôs-se em melhor posição para que a cadela lhe lambesse a rata. Ainda eu não tinha conseguido falar de tão pasmado que estava e já ela gemia de prazer pelas lambedelas que a cachorra lhe fazia. Virou-se para mim e disse: – Não te assustes, ela está habituada e adora fazer sexo comigo, deixa-me gozar mais uma vez que a seguir és tu. Saltei do chão e fui parar ao sofá sentado: – Tu és tola, não quero ser chupado por uma cadela. Ela gemia e contorcia-se no chão: – É tão bom, hummmmm, vou-me virrrrrr, ahhhhhh. E mais uma vez ficou estendida no chão como se tivesse desmaiado de tanto prazer.
- Tu vais foder a minha cadela, disse-me – Ela gosta de um bom pau. Nem penses, não bates bem, retorqui. Ela pôs-se de joelhos e começou a chupar o meu pau, a lamber levemente com a língua molhada e quente, devagarinho e a toda a volta, depois engolia todo, em minutos já estava novamente com uma tesão que nem queria acreditar. Disse-me fecha os olhos e deixa-te ir, vais ver que é bom. Pôs-me de joelhos, aproximou a cadela e enfiou o meu pau pela cona da cadela acima, senti o meu pau bem apertado e percebi que a cadela já estava habituada a ser fodida por homens, pois estava toda molhada e começou a dar ao rabo para a frente e para trás, como que a dizer que a fodesse com toda a força. Comecei a bombar e num misto de assustado e adrenalina, explodi e vim-me todo dentro da bicha.
Como foste um bom menino para mim e para a minha cachorra, tenho agora um presente para ti. Perguntei: – O que é? mais animais? Quero agora que me venhas ao cuzinho…
Foi um dos melhores Verões que passei na Caparica. Um dia destes conto como forma outros dias passados som esta bela loura.
Carlos Ramalho







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